terça-feira, 26 de agosto de 2008

Sem título.


Faço promessas de que tudo vai correr bem, vivo cheia de compromissos, metade não os cumpro. Imagino coisas irreais de acontecerem, mesmo assim não acredito em impossíveis. Deixo tudo para a última, até o meu futuro. Sofro, mas faz parte, é isso que distingui a felicidade da tristeza. Inconsciente de algumas acções que faço, pois nem eu consigo explicar. Optimista por natureza, até demais. Gosto de pessoas que vão directas ao assunto, é sim ou não!
Ah! E aprendi a gostar de escrever (ninguém nasce com as palavras certas) Certo?

domingo, 24 de agosto de 2008

Comecei a perceber.

Algo em mim se transforma.
Nunca me senti assim, é algo único e fantástico.

Não se toca, não se cheira,
transmite-se de pessoa para pessoa,
a isto chama-se felicidade,
é transmissível e compatível.

Nem a escuridão me demove,
torna-me mais forte.

Desejamos ser felizes,
mas nunca o somos totalmente,
existe sempre alguma coisa que falha.

Porquê?
Será que não a merecemos?
A consciência pesa,
já não consigo mais, não dá.

Não me sinto triste,
mas também não estou totalmente feliz.
Quero mais.

Mais o quê?
Não sei…

sábado, 2 de agosto de 2008

Faz-te à vida.


Faço e volto a fazer.
Posso errar e voltar a errar, mas fiz.
Arrependemo-nos… mas não há volta a dar.
Não vires costas aos obstáculos, se existem são para se ultrapassar, podes perder-te, mas de certeza que voltas a encontrar-te.
Se te perdeste nesse caminho, tenta recuperá-lo.
Assim consegues.